JOÃO LOURENÇO PRESIDENTE DA REPÚBLICA INSATISFEITO COM ANDAMENTO DAS OBRAS DO PIIM

Maka Mavulo News saio às ruas de Luanda buscar opiniões de cidadãos renda em alguns municípios de Luanda Entretanto, musseques sem água, saneamento ou sequer uma estrada alcatroada, em casas que normalmente não aguentam com programa piim , mudará a vidas destes munícipes. 

Por Kiala Muginga 

18/02/2021 

As explicações raramente chegam a estas casas, onde se vive na escuridão, tal é o volume de construção envolvente e a falta de electricidade para a noite.

Luís Paixão “Ficamos no escuro, a gente têm que se acostumar com a situação. Não podemos fazer nada, temos de esperar”, desabafa, conformada. Por vezes, à falta do frigorífico do vizinho em funcionamento usando, alimentado por um gerador a gasóleo, tem gastar de uma só vez a comida de toda a semana.

“É para não se estragar, para não ficar podre”, diz ainda Sandra.

Numa outra zona do Sambizanga, bairro polvilhado por milhares de casas de construção artesanal que foram surgindo praticamente da noite para o dia, Maria da Conceição, de 44 anos, tem 10 filhos para alimentar, três divisões e nunca teve água ou saneamento.

A louça é lavada no quintal, com a pouca água que sobra, e a higiene feita na rua ou num buraco improvisado, o que ajuda a explicar os constantes surtos de doenças que surgem nestes bairros.

“Às vezes” tem eletricidade em casa, que já herdou de outros familiares que ali se instalaram há vários anos.

“Quando não há, tenho de tirar [a comida] e pedir nas casas onde tem fresco [frigorífico] e luz. Ou então assa-se tudo”, explica esta empregada de limpeza, que integra o grupo – 54 por cento da população – que em Angola vive abaixo da linha de pobreza, com menos de dois USD por dia, enquanto o governo Angolano criou 

Ainda assim, uma redução face aos 92 por cento de 2017, segundo um estudo do Standard Bank, mas que nada diz a Joana Cameia.

Tem 30 anos e vive no bairro Dangereux, também em Luanda.

Na sua casa de blocos por rebocar acomoda seis pessoas, incluindo o marido, em dois quartos. Todos os dias vai buscar água aos fontanários para os afazeres domésticos e à noite nada é seguro por lá.

“Não há electricidade, as ruas estão bem escuras. Tem muitos assaltos aqui”, desabafa.

Paga a mensalidade da electricidade, mas quando a ligação falha passam-se semanas até alguém aparecer para resolver o problema. “Acendemos velas e quando temos condições [financeiro] compramos combustível para ligar o gerador”.

“Só cria uma casa a sério, com luz e água. Sonho com isso”, remata Joana o predesia,o programa do governo Angolano piim tem como objetivo  reduzir o índice da pobreza infelizmente tem havido problemas com a implementação deste programa, há indícios de roubo nas verbas destinadas juntos aos governos províncias o presidente da república criará uma  comissão da casa militar afim de constatarem o funcionamento da execução do  Piim em 9 providências inclusive Luanda .

 

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