ONDE O PERVERSO TRIUNFA É ASSIM – ( II ) MATA E SE DÁ NOME DE RUA E AEROPORTO AO EXECUTADO

ONDE O PERVERSO TRIUNFA É ASSIM – ( II )
MATA E SE DÁ NOME DE RUA E AEROPORTO AO EXECUTADO  
Como me espantar com essa homenagem ao Ernetro Bartolomeu ja me recorda uma miúda que perguntava : ” Quem sabe ele é quem fonecer a bula aos kotas ? “
Guardei a minha resposta á essa  jovem , para uma outra altura e momento ja que ainda há muito para se escrever.
Mas digo , num país de gestão normal não essa da xaxa , sem um grupo de marginais mascarados de governantes.
Sem essa farra toda e criminosos unidos ate á morte e tanta mistura  que transformou quase todos seguidores e seguidos em  lixo de um mesmo entulho ,.
Este Ernesto Bartolomeu seria investigado ou seja pelo menos ouvido no dossier sobre a morte de dois angolanos .
Um jornalista e um empresário ,isto sem incluir a já tão velha e calejada conversa em círculos  muito restrito de angolanos sobre o seu possivel envolvimento no mundo nacional da droga.
 Leram bem o que eu escrevi , seria pelo menos ouvido sem situações de existência de uma polícia de investigação séria .
Policia  , não ao serviço da bandidagem que governa o país e comprometida totalmente com ela e suas poucas vergonhas , falta de moral ,de ética e de patriotismo.
O  regime é esse que infelizmente  Angola tem e que os  deixaram chegar onde já chegou e pelos vistos quer chegar com a próxima fraude eleitoral .
Só falta  erguerem em todos os cantos da cidade para desafiar ainda mais o povo e a posição política .
Estátuas e monumentos dos  secretas que mais angolanos da oposição , jornalistas , activista executou por ordens superiore.
Enquanto se ignora os tantos nacionalistas eliminados ainda no tempo do maqui e outras tantas grande referencias da luta de libertação nacional como.
Ilídio Machado , Viriato da Cruz , Matias José Miguéis , Higino Aires de Sousa e outros tantos.
Que nem sequer têm direito á um beco escuro nem urinório com seus nomes onde progride cada vez mais e com maior velocidade as práticas de uma gestão criminosa Angola. 

Fernando Vumby

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