Acusados de corromper o ministro da Cultura: Ala brasileira da igreja Universal diz que é santa e não cometeu nenhum pecado, direito de resposta

 A Igreja Universal do Reino de Deus, reconhecida pelo Decreto Executivo nº 31-B/92, de 17 de Julho, com Sede na Avenida Nicolau Gomes Spencer, nº 159, Maculusso – Luanda, e sob liderança do Presbítero Geral, Bispo Alberto Segunda, vem por meio desta nota tornar público à sociedade angolana e no geral que foi com muita surpresa e preocupação que tomou conhecimento das notícias falsas, fantasiosas e caluniadoras que veem sendo veiculado nos últimos dias nas redes sociais que dá conta de um alegado esquema de suborno, como meio de favorecimento, à Igreja, como forma de garantir a reabertura dos templos encerrados há quase três anos, conforme se pode ler no teor da notícia. 

A IURD condena com veemência essas notícias e demarca-se desse tipo de conduta, por não estar em conformidade com o que manda a Palavra de Deus e nem os nossos estatutos que condenam qualquer tipo de desvio de conduta que não encontra respaldo nas sagradas escrituras. 

Na referida nota, percebe-se que, ao se dirigir à Igreja como ala brasileira, é fácil compreender que os promotores dessa fantasia querem única e simplesmente à exemplo de outras falsas notícias e reportagens veiculadas com subsídio dos mesmos indivíduos em ocasiões anteriores, manchar a honra e o bom nome da IURD e o mais grave: ofender de maneira leviana e irresponsável figuras públicas e membros do Executivo Angolano. 

Esses mesmos indivíduos não medem esforços e meios para construir narrativas difamatórias contra a IURD e as demais autoridades instituídas, e que servem apenas para tentar legitimar um golpe fracassado que ficou patente diante da opinião pública nacional e não só denotando claramente a sua falta de honestidade e seriedade. 

A IURD, esclarece desde o encerramento dos seus templos em Angola, a direcção da Igreja Universal do Reino de Deus, tem vindo a colaborar com autoridades dos poderes instituídos na República de Angola, sendo que a 31 de Março do corrente ano, a Igreja Universal foi absolvida da esmagadora maioria dos crimes que lhe eram imputados, e sendo provada a sua inocência em sede de competente tribunal, estando a IURD e os seus fiéis, a aguardar serena e confiante na justiça Angolana para a restituição dos seus templos, conforme ordenado pelo Juiz da causa na sentença proferida, para novamente voltarmos a cultuar à Deus no local construído para esse efeito, por meio das doações efectuadas pelos seus fiéis. 

Uma vez que a sentença já foi proferida, e ordenada a restituição da legalidade, nada mais nos resta, a não ser orar e aguardar que o fiel depositário, que é o Estado Angolano, cumpra os trâmites administrativos que permitam a efectivação da sentença que nos é favorável, sem haver a necessidade de qualquer tipo de favorecimento adicional, a quem quer que seja, para a reabertura dos nossos templos. 

Por fim, apelamos à sociedade angolana no geral e aos fiéis da IURD Angola em particular, a manter a serenidade e a paz de espírito, que é a característica principal daqueles que confiam em Deus e nas Suas promessas, sabendo de antemão que Aquele que prometeu é fiel. 

GABINETE DE COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DA IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS,

em Luanda, aos 30 de Setembro de 2022.

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