JORNAL FACTOS DE ANGOLA NACIONAL ANGOLA: em alusão os 32 anos de existência Fiéis da Igreja Universal em Angola acusam de hipócritas, António Miguel Ferraz e Alberto Segunda

ANGOLA: em alusão os 32 anos de existência Fiéis da Igreja Universal em Angola acusam de hipócritas, António Miguel Ferraz e Alberto Segunda

ANGOLA: em alusão os 32 anos de existência  Fiéis da Igreja Universal em Angola acusam de hipócritas, António Miguel Ferraz e Alberto Segunda post thumbnail image

“Quantas vezes vemos o escândalo de António Miguel Ferraz e Alberto Segunda que passam o dia na igreja, ou que lá vão todos os dias, e depois vivem a odiar ou a falar mal do Valente Bizerra Luís Líder Espiritual e Presbítero Geral, outros”, disse Geremias Francisco membro da IURD Angola,assinalou Francisco durante alusão os 32 anos de existência disse nós não vamos comemorar com os alinhados de Edir Macedo os hipócritas, António Miguel Ferraz e Alberto Segunda.

Francisco aludia ao evangelho de São Mateus, em que se referem os hipócritas que rezam “para ser vistos pelas pessoas”.

António Miguel Ferraz e Alberto Segunda eles sabem que temos uma nova

“Os pagãos acreditam que se reza a falar, a falar, a falar. Eu penso em muitos cristãos que acreditam que rezar é falar com Deus, salvo seja, como um papagaio. Não, rezar faz-se com o coração, a partir do interior”, defendeu.

“Não levantarás falso testemunho contra o teu próximo”.

A IURD Angola, conclama o povo de Deus que nela se reúne para se colocar, permanentemente, em oração pela nossa pátria. Que ela seja, verdadeiramente, pátria de todos e de todas, onde o direito e a justiça se faz sentir.

Em novembro de 2019, dissidentes da IURD em Angola acusaram a direção brasileira de crimes financeiros, racismo, discriminação e abuso de autoridade, entre outros, e constituíram uma ala reformista, encabeçada por Valente Bizerra Luís, entretanto reconhecida pelo Governo angolano como legítima representante do movimento religioso fundado por Edir Macedo.

Na sequência, foram constituídos arguidos quatro membros da liderança da IURD, que foram absolvidos em março de 2022, da maioria das acusações, exceto o ex-responsável Honorilton Gonçalves, condenado a três anos de prisão, de pena suspensa, pelo crime de violência física e psicológica.

Por:Moussa Garcia

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