JORNAL FACTOS DE ANGOLA NACIONAL ESSA NOTÍCIA É FALSA: IURD em Angola chega a acordo mediado pelo Estado, reconhece um único líder e muda de nome

ESSA NOTÍCIA É FALSA: IURD em Angola chega a acordo mediado pelo Estado, reconhece um único líder e muda de nome

ESSA NOTÍCIA É FALSA: IURD em Angola chega a acordo mediado pelo Estado, reconhece um único líder e muda de nome post thumbnail image

Luanda-NOTÍCIA publicada pela agencia Lusa datada aos 8 de Setembro de 2023 simples falsidade proveniente de Alberto Segunda, este autoproclamou-se como o único líder da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola uma decisão unilateral,violando o acordo assinado no dia 31 de Agosto de 2023 no gabinete do ministro da justiça e direitos onde o mesmo foi rubricado pelo bispo Bizerra e o mesmo Segunda.

O conflito entre as alas brasileira e angolana da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) chegou ao fim através de um acordo mediado pelo Estado angolano e que reconhece Alberto Segundo como líder da organização no país africano.

A reação dos membros da igreja universal do reino de Deus em Angola, provocou uma revolta contra Alberto Segunda que o acusou de violar o acordo de 31 de agosto de 2023.

O nosso objectivo de hoje adiante até a convoção para a realização da Assembleia Geral, vamos nos dedicar na escolha de uma nova denominação e logótipo para substituir o actual nome da Igreja e o símbolo para posteriomento escolhermos o unico presbítero geral ,a concretização do acordo deverá ser criada uma comissão de reconciliação atuando como mediador e supervisor da transição pacífica, uma equipa do Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos,este processo sera anivel das todas as provincias da república de angola (INAR), disse um membro daquela organização religiosa,pertencente a ala angolana que solicitou anonimato,temendo represálias dos homens da seguranças armados da empresa do ministro do Interior, Eugênio Laborinho, empregado de Alberto Segunda.

Segundo a nossa fonte contactada pelo Factos de Angola.

Em um áudio que vazou nas redes sociais que o Factos de Angola teve acesso, o bispo Alberto Segunda representante de Edir Macedo em Angola, é acusado de assinar um memorando com ala angolana.

Segundo o áudio, Alberto Segunda assinou este memorando sem o apoio dos outros líderes da ala brasileira, que não aceitam a reconciliação com os irmãos angolano apelidados de rebeldes

No áudio em posse do Factos de Angola Segunda é acusado de traidor é de querer passar perna ao bispo Ferraz o presidente do conselho de administração da IURD Angola (ala brasileira).

O Factos de Angola sabe, que o bispo Antônio Ferraz tem mobilizado um grupo de pastores influentes da ala brasileira, afim de destituir Alberto Segunda no cargo de presbítero geral da IURD Angola(ala brasileira).

Para salientar Alberto Segunda tem vindo a pagar milhões em portais sem credibilidade, para lançar notícias falsas sobre sua liderança ilegal da igreja universal, alegando que foi nomeado pelo ministra da Justiça e Direitos Humanos Doutor Marcy Lopes, segundo nossas fontes Alberto Segunda também entregou uma bolsa azul ao ministro corrupto para facilitar-lhe a liderança da igreja, o ministro violou a constituição e as leis do estado angolano.Lei angolana de liberdade religiosa protege laicidade do Estado,

A Lei sobre Liberdade de Religião, Crença e Culto define regras que visam organizar um setor com cerca de 2.000 confissões religiosas e em que apenas 77 estão legalizadas e teve como base, segundo o governo angolano, um diagnóstico sobre a proliferação das confissões religiosas no país, feito por uma comissão interministerial.

“Está baseada num princípio de separação entre Estado e confissões religiosas e de uma laicidade do Estado levada bastante longe”, 

As autoridades angolanas quiseram por isso deixar claro que todas “as confissões continuam a ter no Estado uma entidade que em nada abdicará dos seus poderes soberanos a favor da liberdade religiosa”, com uma legislação que explicita que tanto as instituições como os seus crentes terem de cumprir a Constituição

“Há um equilíbrio muito grande entre os direitos e os deveres de uma liberdade religiosa e nesse sentido o Estado chama a si a liberdade de criar normas e critérios um pouco restritivos” adotando uma posição mais “conservadora” em relação à dinâmica religiosa.,

Para legalizar uma confissão será preciso, por exemplo, contar com 60 mil membros ativos e pelo menos 1000 em cada província, “uma escala demográfica e organizacional muito grande” e que implica deixar de fora deste novo enquadramento jurídico muitos movimentos religiosos, de acordo com o coordenador da Área de Ciência das Religiões da Lusófona.

Segundo o Governo angolano, o diagnóstico que suporta a lei aponta várias razões para a proliferação das confissões religiosas no país: incluindo causas migratória, de organização da Igreja, económicas e sociais, como o analfabetismo e a pobreza e, em muitos casos, a crença no misticismo e na magia, nos poderes de profetas e pastores, “formas de continuidade de práticas de crenças tradicionais em que alguns invocam a ancestralidade”.

Segundo o documento, ao longo dos últimos 40 anos, ocorreram pelo menos 49 cisões em igrejas reconhecidas, embora apenas 15 tenham sido oficialmente aceites pelo Ministério da Cultura, que tutela a religião em Angola.

Segundo os dados do Censo Geral da População e habitação, realizado em 2014, a religião católica é a mais praticada, com 41% da população. No entanto, o cristianismo corresponde a 79% das crenças religiosas em Angola, seguido pelas crenças animistas, islâmicas e judaicas, havendo ainda uma percentagem significativa, 12%, de cidadãos ateus.

Por : Moussa Garcia

“UMA CASA DIVIDIDA NÃO SUBSISTE” !
É TEMPO DE RECONSIDERAR PARA QUE HAJA RECONCILIAÇÃO UNIDOS EM CRISTO JESUS SOMOS MAIS QUE VENCEDORES!

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