JORNAL FACTOS DE ANGOLA Mundo A polícia em Moçambique usa regularmente força excessiva e desnecessária para matar, ferir e deter manifestantes.

A polícia em Moçambique usa regularmente força excessiva e desnecessária para matar, ferir e deter manifestantes.

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A polícia em Moçambique usa regularmente força excessiva e desnecessária para matar, ferir e deter manifestantes.

Maputo — Na capital moçambicana, a marcha convocada por Venâncio Mondlane, cabeça de lista da Renamo, que iniciou na Praça dos Trabalhadores foi interrompida na Avenida 24 de Julho quando se dirigia ao Conselho Constitucional, após confrontos entre a polícia e os manifestantes.

A marcha que vinha decorrendo de forma pacífica foi interrompida logo depois de Venâncio Mondlane apelar para que os participantes na manifestação não vandalizassem bens públicos e privados ao longo do trajeto, visto que já havia ânimos exaltados.

Estabelecimentos comerciais, escritórios públicos e privados encerraram as portas por conta da ameaça de ocorrerem atos de vandalismo, apesar de várias unidades da polícia estarem espalhadas pelas esquinas da cidade capital moçambicana.

A marcha foi interrompida tendo-se ouvido disparos de gás lacrimogéneo, pois a polícia da Unidade de Intervenção Rápida dispersou os manifestantes, alguns dos quais haviam incendiado pneus em plena avenida Eduardo Mondlane no centro da Cidade de Maputo.

Venâncio Mondlane pretendia que a marcha tivesse a participação de 60 mil pessoas, tendo cerca de três mil aderido à manifestação. No seu discurso na Praça dos Trabalhadores, o cabeça de lista da Renamo apelou aos residentes de Maputo para que deixem de pagar as taxas municipais, nos mercados, estacionamentos, entre outras, até que a alegada vitória da Renamo seja confirmada pelo Conselho Constitucional.

Com abstenções do Bispo anglicano Carlos Simão Matsinhe, presidente da própria Comissão Nacional de Eleições e do jornalista Salomão Moiane, o órgão anunciou na tarde de ontem que Frelimo venceu em 64 municípios, enquanto a Beira, em Sofala, continua sob governação do Movimento Democrático de Moçambique (MDM).

O Presidente da CNE disse que o processo de centralização nacional e apuramento geral dos resultados foi realizado com base nas actas e editais do apuramento autárquico intermédio e no mapa da centralização provincial.

Os mesmos editais que os partidos da oposição dizem ter sido forjados e que alguns Tribunais Judiciais, incluindo da Cidade de Maputo, provaram a sua fabricação por membros do partido Frelimo, com apoio dos órgãos eleitorais.

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