JORNAL FACTOS DE ANGOLA NACIONAL PRESA:Neth Nahara não toma retrovirais há dois meses e os serviços penitenciários alegam não dispor de retrovirais

PRESA:Neth Nahara não toma retrovirais há dois meses e os serviços penitenciários alegam não dispor de retrovirais

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Desde a sua detenção e condenação em Agosto passado, as autoridades angolanas não têm providenciado retrovirais para a influenciadora digital Ana da Silva Miguel, conhecida por Neth Nahara. Essa falta de assistência médica tem gerado preocupações quanto à sua situação sorológica e destaca a capacidade dos serviços penitenciários em garantir cuidados adequados aos detidos.

A residir nos últimos anos em Texas, nos Estados Unidos, Neth Nahara viajou a Luanda antes de agosto para uma missão de fórum pessoal, levando consigo medicamentos que lhe permitiram cobrir o pouco tempo que iria ficar na capital angolana. Com a sua inesperada prisão por alegado insulto ao Presidente da República, João Lourenço, na rede social TikTok, a influenciadora viu a sua situação de saúde complicar-se, estando há dois meses sem fazer medicação.

Nos termos da Lei Orgânica sobre o Regime Jurídico dos Estabelecimentos Prisionais em Angola, a responsabilidade pela assistência médica e medicamentosa de um recluso, especialmente quando este padece de uma doença crónica, recai sobre o sistema prisional. O Estado angolano, por meio do sistema penitenciário, é encarregado de garantir que os reclusos tenham acesso adequado aos cuidados de saúde, incluindo tratamento médico e fornecimento de medicamentos.

O serviços penitenciários alegam não dispor de retrovirais, e a influenciadora, casada com um norte-americano e mãe de dois menores, carece de apoio familiar em Luanda.

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