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Cyril Ramaphosa agradece a Putin por repatriamento

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Photo: Shutterstock

O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, agradeceu ao seu homólogo russo, Vladimir Putin, por ter ajudado a garantir o regresso de 17 sul-africanos que terão sido enganados para se juntarem à guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

Em Novembro passado, o Governo sul-africano afirmou ter recebido pedidos de ajuda do grupo de homens que se juntaram às forças mercenárias no conflito. Os homens acreditavam que iriam para a Rússia para treino de guarda-costas, mas acabaram na linha da frente da guerra na Ucrânia.

O gabinete de Ramaphosa confirmou que quatro deles regressaram na passada sexta-feira, outros 11 estariam “a caminho de casa em breve” e outros dois num momento posterior. Uma investigação sobre o seu recrutamento está em curso, acrescentou.

 Trabalhar como mercenário ou lutar em nome de outro Governo é ilegal na África do Sul, a menos que o governo o autorize.

Ramaphosa afirmou que o Governo sul-africano, em estreita colaboração com as autoridades russas, garantiu o regresso dos homens a casa, sendo que a maioria deverá regressar em breve. “Dois permanecem na Rússia, um hospitalizado em Moscovo, enquanto o outro está a ser processado antes da finalização dos seus preparativos de viagem”, disse o seu porta-voz, Vincent Magwenya, em comunicado na terça-feira.

Ramaphosa falou com Putin sobre a situação a 10 de Fevereiro, explicou. “O Presidente Ramaphosa expressou a sua sincera gratidão ao Presidente Vladimir Putin, que respondeu positivamente ao seu apelo para apoiar o processo de regresso dos homens a casa”, disse Magwenya.

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