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Angola melhora a sua classificação no índice de percepção global de corrupção 2025
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Presidente João Lourenço assume liderança da AUDA-NEPAD
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Realidade socioeconómica do país em análise no Palácio Presidencial
O Chefe de Estado, João Lourenço, concedeu, na manhã desta terça-feira, uma audiência ao coordenador do Conselho Económico e Social, José Octávio Serra Van Dúnem, para abordar, de entre vários assuntos, a realidade socioeconómica do país.
O propósito da audiência foi também de partilhar com o Chefe de Estado ideias e visões do Conselho Económico e Social relativamente a temas actuais, divulgou a Presidência da República.
O Conselho Económico e Social é integrado por 45 membros designados pelo Presidente da República, escolhidos entre especialistas reconhecidos nas áreas económicas e sociais, empresários e gestores com experiência notável.
O órgão consultivo autónomo tem a incumbência de produzir reflexões à volta de questões de especialidade macro-económica, empresarial e social.
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Especialistas destacam papel do país no reforço da diplomacia continental
O desempenho de Angola na Presidência da União Africana (UA) mereceu uma avaliação positiva por parte de académicos e especialistas angolanos em várias áreas de conhecimento, que, de forma convergente, destacam o papel extraordinário do Presidente João Lourenço em prol do reforço da “diplomacia continental
Em declarações ao Jornal de Angola a propósito do fim este mês do mandato de Angola na organização continental, os académicos realçaram a aposta consistente na mediação de conflitos e o impulso dado à integração económica africana, em consonância com os objectivos estratégicos da Agenda 2063.
“Uma Presidência focada no diálogo, reconciliação, desenvolvimento e coesão continental, alinhada com a concretização dos objectivos da Agenda 2063”, enfatizou o especialista em Relações Internacionais Afonso Sabuca.
Segundo o académico, a agenda angolana priorizou a resolução pacífica de conflitos, estabilidade institucional, coordenação diplomática entre os Estados-membros e a consolidação de mecanismos de concertação política no seio da organização continental.
Na sua perspectiva, o Presidente João Lourenço conduziu os trabalhos com enfoque diplomático e pragmático, privilegiando soluções negociadas para acabar com o ambiente de desconfiança e de tensão em algumas regiões, particularmente na África Central e na Região dos Grandes Lagos.
“Houve uma clara preocupação por parte do Chefe de Estado angolano em reforçar a coesão continental e em afirmar a União Africana como um actor político colectivo, num contexto internacional cada vez mais exigente”, sublinhou o especialista.
Afonso Sabuca destacou, igualmente, o reforço do perfil externo alcançado pela União Africana, tornando mais visíveis as prioridades africanas nos fóruns multilaterais, como o G20 e as Nações Unidas.
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