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Sociedade

Ministra da Saúde pede compromisso colectivo para erradicação do Verme da Guiné

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Photo: Shutterstock

A erradicação do Verme da Guiné exige compromisso coletivo, coordenação entre diferentes sectores e o envolvimento activo das comunidades, disse, esta quarta-feira, a ministra da Saúde.

Sílvia Lutucuta falava no município de Ondjiva, província do Cunene, na Reunião Anual de Avaliação do Programa Nacional de Erradicação do Verme da Guiné, que conta com o apoio da Organização Mundial da Saúde e do The Carter Center.

“A erradicação do Verme da Guiné não é apenas um desafio do sector da Saúde. Precisamos do empenho das autoridades tradicionais, líderes comunitários, administrações municipais e de todos os sectores para garantir que nenhum angolano volte a ser afectado por esta doença evitável”, referiu.

Embora Angola não registe casos humanos desde 2020, o país continua classificado como endémico devido à persistência de infecções animais. Entre 2018 e 2024, foram confirmadas 137 infecções em animais, sobretudo cães, mantendo activo o risco de reintrodução e reforçando a necessidade de vigilância activa.

O país iniciou a busca activa de casos em 2011 e integrou o Verme da Guiné nas campanhas de vacinação contra pólio, sarampo e rubéola a partir de 2018, aumentando a sensibilidade do sistema de vigilância.

Entre 2018 e 2020, três casos humanos foram confirmados nos municípios de Namacunde e Cuvelai, na província do Cunene.

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Papa Leão XIV chega a Angola á 18 de Abril para uma visita apostólica de quatro dias.

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Papa Leão XIV chega a Angola no próximo dia 18 de Abril deste ano, para uma visita apostólica de quatro dias.

Segundo um comunicado da Presidência da República, que o Jornal de Angola Online teve acesso, Sua Santidade Leão XIV visitará especificamente Luanda (Muxima) e Lunda-Sul (Saurimo).

Trata-se da sua primeira deslocação no continente africano.

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Obras do novo Hospital Americo Boavida concluídas no primeiro semestre de 2027

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As obras de requalificação e ampliação do novo Hospital Américo Boavida, em Luanda, apresentam uma taxa de execução física na ordem dos 41 por cento, cuja previsão para a entrada em funcionamento está aprazada para o primeiro semestre de 2027.

Os dados foram avançados, esta sexta-feira, durante uma visita efectuada às obras pelo ministro das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação, Carlos dos Santos, e a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta.

O director-geral do Laboratório de Engenharia de Angola (LEA), Fernando Bonito, reiterou à imprensa que a demolição do antigo edifício foi precedida de exames laboratoriais rigorosos e de uma avaliação estrutural exaustiva.

Explicou, também, que foram realizados ensaios não intrusivos, análises à durabilidade do betão, verificação de fissuras e avaliação do comportamento estrutural do edifício piso a piso, tendo os resultados demonstrado elevados níveis de degradação, sem garantias de segurança para pacientes, profissionais e visitantes.

Acrescentou, igualmente, que o relatório técnico final recomendou a demolição como a solução mais segura e responsável.

Por sua vez, Carlos dos Santos sublinhou que a decisão foi “estritamente técnica e sustentada em pareceres especializados”, esclarecendo que Governo não tomou esta decisão de ânimo leve. “Houve estudos aprofundados conduzidos pelo Laboratório de Engenharia de Angola que concluíram que a estrutura apresentava comprometimentos graves”.

Já a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, afirmou que o novo Hospital Américo Boavida será uma unidade de referência nacional de III Nível, preparada para responder a casos de elevada complexidade clínica e terá uma capacidade para mais de 400 camas.

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Gala solidária pretende apoiar mulheres com fístula obstétrica

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Uma gala solidária, denominada “Vozes que Curam”, vai ser realizada, no próximo dia 8 de Março, em Luanda, para apoiar mulheres com fístula obstétrica.

Segundo uma nota, enviada ao JA Online, a iniciativa, organizada pela Chazon Media Cristã, busca angariar fundos para apoiar o tratamento e a reintegração social de mulheres com a referida doença.

Provocada maioritariamente por partos prolongados, sem acompanhamento médico adequado, a fístula obstétrica causa incontinência crónica, infecções, dor física e profundas consequências psicológicas e sociais, levando muitas mulheres ao isolamento, à exclusão e à perda de dignidade. 

O documento refere, igualmente, que o valor arrecadado na gala solidária servirá para o financiamento de cirurgias, cuidados pós-operatórios, apoio psicológico e programas de reintegração comunitária.

Apesar de ser uma condição totalmente evitável, a fístula obstétrica continua a afectar milhares de mulheres em Angola – as estimativas apontam para pelo menos oito mil, sobretudo em zonas com acesso limitado a cuidados de saúde materna, conclui a organização.

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