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Realidade socioeconómica do país em análise no Palácio Presidencial

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O Chefe de Estado, João Lourenço, concedeu, na manhã desta terça-feira, uma audiência ao coordenador do Conselho Económico e Social, José Octávio Serra Van Dúnem, para abordar, de entre vários assuntos, a realidade socioeconómica do país.

O propósito da audiência foi também de partilhar com o Chefe de Estado ideias e visões do Conselho Económico e Social relativamente a temas actuais, divulgou a Presidência da República.

O Conselho Económico e Social é integrado por 45 membros designados pelo Presidente da República, escolhidos entre especialistas reconhecidos nas áreas económicas e sociais, empresários e gestores com experiência notável.

O órgão consultivo autónomo tem a incumbência de produzir reflexões à volta de questões de especialidade macro-económica, empresarial e social.

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Angola melhora a sua classificação no índice de percepção global de corrupção 2025

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Segundo o relatório anual sobre a percepção de corrupção de 2025, divulgado pela Transparency International em Fevereiro/2026, a República de Angola melhorou a sua classificação de 121º para 120ª em um universo de 182 países avaliados. Está posição garante a República de Angola, 32 dos 100 possíveis.

Apesar desta posição colocar Angola abaixo da média global no combate à corrupção, a evolução demostra a perspicácia e a determinação da Administração Lourenço na luta contra à corrupção em um contexto global em que a tendência recai para o aumento da corrupção.  

Segundo o mesmo relatório a tendência global para 2025 foi negativa o que significa dizer que o mundo está a piorar em termos de percepção de corrupção. A média global caiu para 42 pontos, a menor pontuação em mais de uma década. Mais de 2/3 dos países (122 de 182) pontuam abaixo de 50, sinalizando que a maioria enfrenta problemas sérios de corrupção. A redução desta média indica uma erosão global de liderança e mecanismos de transparência.

Mesmo em democracias tradicionais como Reino Unido, França e EUA, os resultados, mostraram a queda da pontuação destes países, reflectindo preocupações com os mecanismos de fiscalização e menor confiança pública.

Diante deste cenário acredita-se que entre os factores associados ao aumento da corrupção ou à sua percepção incluem a centralização do poder e enfraquecimento de instituições independentes, a restrição de espaço cívico e da liberdade de imprensa, a falta de transparência em processos públicos e financiamento político. De igual modo, a retracção da Administração Trump em matéria ligadas à corrupção global elevaram os níveis de corrupção no mundo.

TENDÊNCIA DE EVOLUÇÃO DE ANGOLA DE 2017 A 2025

Os dados mostram que Angola tem melhorado gradualmente no Índice de Percepção da Corrupção desde 2017, resultado da política anticorrupção do Presidente João Lourenço iniciada após assumir a presidência de Angola em 2017. Porém, apesar do balanço ter resultados positivos e visíveis, os níveis ainda permanecem baixos no cenário global, reflectindo desafios persistentes no combate à corrupção com particular atenção ao sector público.

Importa ressaltar que a República de Angola já chegou a ter um valor mínimo de Índice de Percepção da Corrupção (CPI) de 15 pontos em 2015, indicando percepções muito altas de corrupção no país. O advento da chegada do Presidente João Lourenço permitiu uma ascensão que elevou o valor máximo histórico a 33 pontos em 2022-2023[1], considerado uma progressão clara de crescimento no índice.

Esse crescimento deveu a uma luta destemida da Administração Lourenço que entre os principais resultados apontados como sucesso ressalta-se o início de investigações e processos contrafiguras influentes e altos dirigentes e empresários ligados ao antigo sistema político-económico, quebrando a percepção de impunidade entre elites.

Permitiu, igualmente, a recuperação de activos do Estado através de programas para repatriar capitais e bens obtidos de forma ilícita, com alguns valores e propriedades retornando ao controlo público. A agenda anticorrupção ajudou a reposicionar Angola junto de investidores e parceiros externos, sinalizando maior compromisso com transparência e melhorou significativamente a imagem internacional.

A política anticorrupção produziu sinais concretos de ruptura com práticas passadas e ganhos reputacionais, mas o sucesso pleno depende de continuidade, aplicação uniforme da lei e melhorias perceptíveis na economia e nos serviços públicos.

A política anticorrupção é vista como uma das marcas do governo de João Lourenço, no entanto a percepção actual é que nos últimos anos o Presidente João Lourenço flexibilizou a luta contra corrupção devido a ausência de apoio dentro do Partido, resistência e contra-narrativas, especialmente por parte de sectores afectados por investigações, processos judiciais ou perda de influência, que estrategicamente coordenam activistas e jornalistas para manchar a imagem do João Lourenço e a luta contra corrupção

Contexto regional, em África, a maior parte dos países ficaram com pontuação abaixo da média no CPI 2025, reflectindo persistentes dificuldades com transparência, governança e instituições públicas eficazes, associados as vezes a conflitos armados, insegurança e agitação civil. Apenas 4 países na África subsariana (Seychelles, Cabo Verde, Ruanda e Bostwana) estão acima dos 50 pontos


 

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Presidente João Lourenço assume liderança da AUDA-NEPAD

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O Presidente da República de Angola João Lourenço, passou a assumir a liderança do Comité de Orientação dos Chefes de Estado e de Governo da AUDA-NEPAD, a agência responsável pelo desenvolvimento da União Africana.

A eleição aconteceu no decurso da 43ª Sessão do Comité de Orientação dos Chefes de Estado e de Governo da AUDA-NEPAD do dia 10/02/2026. Durante o certame a organização destacou-se o papel do Presidente João Lourenço no fortalecimento da agência para acelerar o desenvolvimento e a voz activa de África em fóruns globais (ONU, G20, parcerias multilaterais).

Considera-se a AUDA-NEPAD o braço técnico e agência de desenvolvimento da União Africana, focado em implementar projectos prioritários e estratégicos para integrar o continente e promover o crescimento económico, acelerando a Agenda 2063[1]

Ressaltar que a AUDA-NEPAD desempenha um papel central na implementação de programas de desenvolvimento sustentável e na mobilização de parcerias internacionais para o progresso do continente. Com esta nova função, João Lourenço mantém-se numa posição de destaque no cenário africano, reforçando a presença de Angola nas estruturas estratégicas da União Africana, agora com foco directo em projectos estruturantes ligados ao crescimento económico, infra-estruturas e integração regional em África. De igual forma, o Chefe de Estado consolida a sua projecção continental e internacional

Se essa actuação Presidente João Lourenço for marcada por liderança activa, capacidade de mediação de conflitos e articulação diplomática eficaz como que é característico, isso poderá naturalmente fortalece seu capital político internacional, ao mesmo tempo que aumenta o peso político da região da SADC nas decisões continentais;

A experiência de João Lourenço no exercício de funções de liderança continental, poderá garantir ou facilitar consensos entre blocos regionais (SADC, CEDEAO, EAC,) assim como na materialização da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA) a maior mercado livre do mundo em número de países (54).

De igual modo poderá atrair apoio político para projectos estratégicos, reforçar a posição da África em negociações internacionais (financiamento climático, parcerias globais, comércio), acelerar projectos estruturantes de infra-estrutura continental e impulsionar a industrialização africana.

No sector de segurança o histórico de mediação de conflitos e estabilização regional de Angola, poderá promover a integração de agendas de paz e desenvolvimento, apoiar reconstrução pós-conflito, e promover segurança como requisito para crescimento sustentável.


 

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Especialistas destacam papel do país no reforço da diplomacia continental

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O desempenho de Angola na Presidência da União Africana (UA) mereceu uma avaliação positiva por parte de académicos e especialistas angolanos em várias áreas de conhecimento, que, de forma convergente, destacam o papel extraordinário do Presidente João Lourenço em prol do reforço da “diplomacia continental

Em declarações ao Jornal de Angola a propósito do fim este mês do mandato de Angola na organização continental, os académicos realçaram a aposta consistente na mediação de conflitos e o impulso dado à integração económica africana, em consonância com os objectivos estratégicos da Agenda 2063.

“Uma Presidência focada no diálogo, reconciliação, desenvolvimento e coesão continental, alinhada com a concretização dos objectivos da Agenda 2063”, enfatizou o especialista em Relações Internacionais Afonso Sabuca.

Segundo o académico, a agenda angolana priorizou a resolução pacífica de conflitos, estabilidade institucional, coordenação diplomática entre os Estados-membros e a consolidação de mecanismos de concertação política no seio da organização continental.

Na sua perspectiva, o Presidente João Lourenço conduziu os trabalhos com enfoque diplomático e pragmático, privilegiando soluções negociadas para acabar com o ambiente de desconfiança e de tensão em algumas regiões, particularmente na África Central e na Região dos Grandes Lagos.

“Houve uma clara preocupação por parte do Chefe de Estado angolano em reforçar a coesão continental e em afirmar a União Africana como um actor político colectivo, num contexto internacional cada vez mais exigente”, sublinhou o especialista.

Afonso Sabuca destacou, igualmente, o reforço do perfil externo alcançado pela União Africana, tornando mais visíveis as prioridades africanas nos fóruns multilaterais, como o G20 e as Nações Unidas.

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