Politica
Carlota Dias quer mulheres preparadas para o futuro
A candidata à secretária-geral da OMA, Carlota Dias, considerou, terça-feira, em Catete (Icolo e Bengo), fundamental a aposta na capacitação das mulheres em todos os domínios, tendo em conta os desafios do futuro do país.
Carlota Dias afirmou que a alfabetização, educação permanente e o empreendedorismo feminino constam, também, do seu projecto de liderança da OMA, tendo em vista os próximos cinco anos.
Em declarações proferidas às militantes da organização, em Icolo e Bengo, a também deputada do MPLA defendeu a necessidade de mais mulheres formadas e qualificadas, para gerar participação na vida social, económica e política do país, bem como gerar desenvolvimento, equidade e crescimento demográfico equilibrado.
“Devemos aproveitar o dinamismo económico das mulheres e organizá-las nos pólos industriais para estruturar o comércio, de formas a darem mais autonomia económica e estabilidade às famílias”, disse.
A candidata à liderança da OMA defendeu, igualmente, maior protecção e bem-estar das mulheres, reforço da equidade de género, combate à violência doméstica, assim como a saúde da mulher e da criança, por entender que “a província do Icolo e Bengo não pode herdar fragilidades”.
Por sua vez, o primeiro-secretário do MPLA no Icolo e Bengo, Auzílio Jacob, disse estar confiante de que Carlota Dias seja a candidata certa para liderar a OMA.
“Tem a nossa confiança e a nossa solidariedade institucional, pois acreditamos que é capaz de levar a OMA a bom porto”, afirmou.
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Realidade socioeconómica do país em análise no Palácio Presidencial
O Chefe de Estado, João Lourenço, concedeu, na manhã desta terça-feira, uma audiência ao coordenador do Conselho Económico e Social, José Octávio Serra Van Dúnem, para abordar, de entre vários assuntos, a realidade socioeconómica do país.
O propósito da audiência foi também de partilhar com o Chefe de Estado ideias e visões do Conselho Económico e Social relativamente a temas actuais, divulgou a Presidência da República.
O Conselho Económico e Social é integrado por 45 membros designados pelo Presidente da República, escolhidos entre especialistas reconhecidos nas áreas económicas e sociais, empresários e gestores com experiência notável.
O órgão consultivo autónomo tem a incumbência de produzir reflexões à volta de questões de especialidade macro-económica, empresarial e social.
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