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Opinião

O 25 de Abril de 1974 e o seu reflexo histórico em Angola

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Introdução

A semana que findou celebrámos 52 anos desde que ocorreram os acontecimentos históricos do 25 de Abril em Portugal e a queda do regime fascista português que se havia instalado naquele território durante a vigência do Estado Novo e o nascimento da Segunda República (1933-1974).

Contexto histórico

O dia 25 de Abril em Portugal é feriado Nacional. É um dia dedicado aos Mártires da Revolução dos Cravos, que marcou o fim da ditadura política que vigorou naquele país europeu desde 1933 e terminou em 1974.

De acordo com fontes, refere-se que o Estado Novo em Portugal foi fortemente marcado pela ditadura Salazarista e de Marcelo Caeteno, o seu sucessor em 1968. Referem ainda que António de Oliveira Salazar governou Portugal entre 1928-1968, um longo período de 40 anos, o mais longo que a Europa conheceu ao longo da sua história contemporânea, seguindo-lhe posteriormente, Marcelo Caetano entre 1968-1974.

Conta-se que durante este período, Portugal viveu momentos difíceis no que toca à política interna e externa, em parte, por culpa das alterações, quer no domínio político, assim como no domínio social, que o mundo conheceu no pós 2ª Guerra Mundial e sobretudo após a criação da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1945.

Portugal começou a enfrentar pressão e isolamento externo, e internamente, debatia-se com enormes problemas políticos no seu território imperial. A nível da metrópole, o país debatia-se com problemas políticos e socias, que deu origem à migração em massa de milhares de portugueses, sobretudo para França.

A questão colonial era um outro problema que Portugal enfrentava, pois tinha de se confrontar com o problema da descolonização das suas colónias em África: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. Diante da constante pressão, Portugal viu-se obrigado a mudar a sua política externa em relação às colónias, apaiando-se no LUSO-TROPICALISMO, uma estratégia da administração colonial português, como forma de escapar ou pelo menos evitar a pressão internacional, por meio do luso-tropicalismo, Portugal procurava justificar-se que não possuíam territórios coloniais em África, mas, sim, PROVÍNCIAS ULTRAMARINAS.

Mais adiante, Portugal procurava por meio do luso-tropicalismo passar a ideia de que do ponto de vista administrativo, político e social, não existia qualquer diferança nem discriminação entre os portugueses das ditas províncias ultramarinas (nativos), mas que existia uma boa relação no modo de vida entre os dois povos.

Na realidade, não era bem o que acontecia. O luso-tropicalismo não passava de uma ilusão do governo português diante da comunidade internacional e tentava passar uma imagem de que estava tudo bem, quando, na verdade, não estava. A situação ficou mais que evidente quando a partir da segunda metade dos anos 50 do século XX, surgiu nas colónias uma onda de Movimentos Nacionalistas que começaram a desenvolver-se por quase toda a África portuguesa, clamando pela independência e autodeterminação.

A situação das colónias ficou ainda mais acentuado quando logo ao início dos anos 60, tiveram início as várias insurreições de ordem política e social nas suas colónias, acções que despertaram as atenções da Comunidade Internacional, incluindo as Nações Unidas, que, por conta disso, aplicaram sanções pesadas a Portugal. Algumas organizações internacionais aproveitaram-se da situação e passaram a apoiar de forma directa e indirecta os Movimentos Libertação das Colónias portuguesas de África na luta contra o colonialismo português nos seus territórios.

Relação com os territórios coloniais

Diante do quadro que se vivia, sobretudo no início dos anos 60, a relação de Portugal com as suas Ex-colónias não eram das melhores, vivia-se um ambiente de tensão política e social, apesar de o governo português ter efectuado algumas reformas no campo social e económico, nomeadamente, a Abolição do Estatuto do Indiginato que limitava os nativos e proibia estes de terem acesso a muitos serviços sociais, que lhes eram renegados, inclusive, o contacto directo com a sua cultura, hábitos e tradições. Foram construídas algumas infra-estruturas sociais, como escolas e implementado o ensino para os indígenas, que antes não tinham acesso, foram-lhes concedidas terras agrícolas para a prática da agricultura. Tudo isto, em nada adiantou, pois a população já se havia esgotado, depois de longo período de uma intensa marginalização de que eram todos vitímas.

Foi neste ambiente de intensa agitação política dos anos 60 em quase toda a África portuguesa, que se vai assistir a inúmeras revoltas populares entre 1961-1964, sobretudo em Angola, Guiné, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Moçambique.

 Os acontecimentos ocorridos nestes territórios tiveram profundos reflexos em Portugal, tornando cada vez mais frágil e debilitado o regime salazarista, incapaz de responder a dinâmica do novo mundo.

Por conta disso, surgiram em Portugal ondas de manifestantes, que no dia 25 de Abril de 1974, inflamaram a praça pública e o Palácio da República, exigindo o fim da ditadura e a mudança do governo. O MFA (Movimento das Forças Armadas), comandado por capitães e majores estava cansado da Guerra Colonial em África, que se arrastava já desde 1961, usaram cravos vermelhos nos canos das armas dos soldados, com cânticos e gritos.

A acção do 25 de Abril representa um momento de Revolta, a maior da história de Portugal contra a ditadura, um regime que se mostrava fechado e com poucas ambições à luz dos desafios que se exigiam e das falhas na forma de fazer política externa.

Após os acontecimentos do 25 de Abril em Portugal e a queda do regime Salazarista, o “Golpe Militar ”, o MFA passou a governar provisoriamente o país até a constituição do Novo Governo. O governo provisório, no período entre Agosto de 1974 a Janeiro de 1975, assinou Acordos para as independências das colónias com os Movimentos de Libertação das Colónias.

Foram no total 5 Acordos separados assinados entre o Governo provisório e os Movimentos de Libertação: o Acordo de Argel para a Guiné- Bissau, em 26 de Agosto de 1974; o Acordo de Lusaka para Moçambique, em 7 de Setembro de 1974; Acordo de Lisboa para Cabo Verde em 19 de Dezembro de 1974; um novo Acordo de Argel para São Tomé em 26 de Novembro de 1974 e o Acordo de Alvor para Angola em 15 de Janeiro de 1975.

A acção desenvolvida pelo MFA foi um passo importante e de grande relevância histórica para os povos das antigas Colónias de Portugal em África, uma vez que as suas independências ocorreram enre 1974 a 1975, sendo a Guiné a primeira colónia a alcançar a independência (1974) e Angola, a última colónia, Novembro de 1975.

Reflexo do 25 de Abril de 1974 em Angola

Após os acontecimentos do 25 de Abril em Portugal, abriram-se caminhos para as negociações entre o Governo Provisório, representado pelo MFA (Movimento das Forças Armadas), liderado pelos generais António Spinóla, Costa Gomes, Vasco Gonçalves e Melo Antunes, só para citar. Foi com este Movimento com quem foram assinados os Acordos que levaria Angola a sua independência, reunidos em Alvor os líderes dos três principais Movimentos de Libertação de Angola, nomeadamente, Holden Roberto (FNLA), António Agostinho Neto (MPLA) e Jonas Savimbe (UNITA) assinaram no dia 15 de Janeiro de 1975 o “Acordo de Alvor”.

Apesar de o “Acordo de Alvor” ser um assunto com alguma implicância política para Angola, uma vez que ele não foi concretizado na sua íntegra, vale referir que foi em Alvor onde foram determinada as condições para a independência de Angola.

Com isto, na madrugada do dia 11 de Novembro de 1975, António Agostinho Neto, Presidente do Movimento Popular para Libertação de Angola (MPLA), proclamou em nome do Comité Central do MPLA para a África e para o Mundo a independência de Angola, um acto cujo simbolismo histórico e político permanence em Angola até aos dias de hoje, percorrendo uma longa estrada de 50 anos desde a sua proclamação, apesar de um longo período de Guerra Civil, que o país enfrentou, por conta das divergências políticas e do interesse pelo poder.

Com base em tudo que foi descrito ao longo deste texto, concluímos, destacando que o 25 de Abril de 1974 é um símbolo histórico de libertação e valorização. Foi por meio dele que se criaram bases concretas para a descolonização das antigas colónias portuguesas de África, o caso de Angola, que, doravante, em 1975, viu-se livre do colonialismo português que se havia instalado no seu territótio por cerca de quatro século, adquiriu a sua autogovernação, construiu o seu próprio caminho e desenhou o seu próprio destino para o futuro das suas comunidades e do seu bem-estar. Por conta disto, é missão de todos conservar esta  independência que tantou custou aos angolanos para que as futuras  gerações possam viver  melhor do que hoje.           

Por: João Reis António

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ACTIVISTAS POLÍTICOS EM BUSCA DE BENEFÍCIOS MATERIAIS JUNTO DA OPOSIÇÃO

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O activismo político é, em qualquer democracia, incluindo Angola um mecanismo legítimo de participação da sociedade nas questões políticas.
O advento da proliferação das tecnologias de comunicação e o fácil acesso as redes sociais permitiu maior rapidez na comunicação, introduziu uma nova dinâmica no cenário do activismo angolano, e alguns servem-se deste exercício para fins pessoais e inconfessos.

Essa visão é igualmente partilhada pela Deutsche Welle News (DW) que em Julho/2026, publicou uma reportagem sobre denúncias de activistas que procurariam obter benefícios junto do Governo, partidos políticos e outras instituições, observando ainda que analistas apontam para o aumento deste fenómeno em véspera de períodos eleitorais. A mesma reportagem registou a acusação de que partidos da oposição também podem utilizar determinados activistas para procurar ampliar o seu poder de influência social através das melícias digitais que proliferam Fakenews, visando desacreditar as instituições públicas.

Muito destes activistas ganham notoriedade através das redes sociais, manifestações, debates televisivos, entrevistas e denúncias públicas (não sustentadas com matéria de prova), acumulando aquilo que podemos chamar de capital político informal, que tem servido de base para a construção de carreira política, benefícios materiais e representação institucional no Parlamento, ou seja, o activismo político passou a ser utilizado predominantemente como mecanismo de autopromoção, obtenção de vantagens materiais ou negociação de uma futura posição política.

Neste quesito, podemos identificar alguns activistas que usam destas vestes para a obtenção de vantagens materiais ou negociação de uma futura posição política, e o histórico regista que alguns fizeram parte das listas de candidatos a deputados nas eleições de 2022.

➢ Hitler Samussuku, conhecido como activista associado ao processo 15+2 e aos protestos de ruas em Luanda. Encontra-se actualmente no Brasil a concluir a sua formação com uma bolsa de estudo financiada pela UNITA. Esteve na posição 83ª na lista nacional a candidato a deputados da UNITA nas eleições de 2022, mas não foi eleito;

➢ Benedito Jeremias Dali (Dito Dali) conhecido como activistas associado igualmente ao processo 15+2. Encontra-se actualmente no Brasil a concluir a sua formação com uma bolsa de estudo financiada pela UNITA esteve na posição 95ª na lista nacional de candidatos a deputado da UNITA nas eleições de 2022, mas não foi eleito;

➢ Pedrowski Teca, activista e dirigente do Movimento Cívico União dos Povos de Angola, esteve na posição 84ª na lista de candidatos a deputados da UNITA nas eleições de 2022, mas não foi eleito;

➢ Nuno Álvaro Dala, activista e professor de careira, esteve na posição 50ª na lista nacional de candidatos a deputados da UNITA nas eleições de 2022 e foi eleito deputado a Assembleia Nacional;

➢ Olívio Fortunato E. Quilumbo, professor de careira, activista e comentarista. Esteve na posição 35ª na lista de candidatos a deputados da UNITA nas eleições de 2022, foi eleito à Assembleia Nacional;

A ascensão de activistas ao Parlamento angolano tem sido uma realidade porque estes têm por objectivo alcançar notoriedade pública; capacidade de comunicação; presença nas redes sociais; capacidade de mobilização; credibilidade junto de determinados segmentos da juventude; capacidade de atacar politicamente adversários, perspectivando a obtenção de vantagens pessoais.

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A ACTIVIDADE POLÍTICA DA UNITA: ANÁLISE E PERSPECTIVAS

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Aproximando-se o ano da realização das eleições gerais em Angola, vão se registando alguns actos de mobilização de massa junto das comunidades. Estes actos realizados na sua maioria protagonizados pelos principais partidos políticos, nomeadamente o MPLA, a UNITA e o PRA JÁ SERVIR ANGOLA, interessados em despertar às populações sobre a importância das eleições e do voto como acto de cidadania.


As mensagens veiculadas pelos partidos da oposição, colocando a UNITA na primeira posição, estão alinhadas negativamente para estímulo de um cenário de intolerância, registando-se actos de desobediência às regras de convivência democrática. As acções do Galo Negro, instrumentalizadas por Adalberto da Costa Júnior, por um lado, mostram de facto o seu interesse para a diabolizar o partido dos camaradas, promovendo insultos directos verbais e cenas de pugilato e por outro, em ensaios voltados a criar um movimento de fragmentação no partido de Abel Chivukuvuku.


Vozes discordantes no seio da UNITA, consideram a estratégia de Adalberto da Costa Júnior desajustada e que de certa maneira, resgata o rótulo belicista e intransigente do passado. As discussões para a definição da estratégia de mobilização de militantes e simpatizantes da UNITA não têm sido consensuais, pois regista-se sempre alguma resistência de ACJ em disponibilizar as verbas. Por essa razão, ACJ tem sido frequentemente acusado de desviar os fundos colocados a sua disposição por um grupo de empresários sul-africanos que apostam nele como alternativa de governação em Angola com as eleições de 2026.


Por outro lado, em reuniões mais restritas, nas quais apenas participam aqueles comprometidos com a radicalização de posições, as orientações da liderança da UNITA interessadas em provocar arruaças são precisas, provocar as forças da ordem com mensagens insultuosas para que estas enveredem para o uso desproporcional da força contra os militantes da UNITA e se porventura, não for possível, partam por acto de vandalismo contra instituições público-privadas e símbolos dos partidos adversários, para forçar a confrontação, sem a sensibilidade de medir a gravidade das consequências desta opção, mostrando-se mais interessado no impacto da mediatização dos seus efeitos.


A sua avidez pelo poder em Angola, levou-lhe a prometer aos empresários sul-africanos, sonhos que colocam o país numa miragem política e compromete o sector económico na pretensão de oferecer a estes empresários, caso seja eleito, a gestão da produção petrolífera dos principais campos de exploração.


Se em 2022, ACJ foi capaz de prometer oferecer Angola a troco de financiamento estrangeiro para suportar a campanha eleitoral da UNITA, o que é proibido à luz da legislação, hoje, com os mesmos propósitos tenciona com o apoio de alguns detractores, inspirados no cenários registados recentemente em Moçambique, criar alianças políticas tóxicas para antecipadamente descredibilizar o processo, com a materialização de um plano de comunicação com espaço de antena comprados nas principais cadeias televisivas em Portugal, com o apoio dos seus amigos políticos que sempre almejaram em atrasar o progresso e subalternizar Angola para servir de reserva de sustentabilidade económica de Portugal.

 

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17 DE SETEMBRO, DIA DO HEROI NACIONAL

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O dia 17 de Setembro é uma data histórica em Angola. A data está associada ao nascimento de António Agostinho Neto, o primeiro presidente de Angola. Por esta razão, é considerado Feriado Nacional.

António Agostinho Neto nasceu a 17 de Setembro de 1922, na região de Kaxicane, antigo Concelho de Icolo e Bengo nas margens do rio Kwanza. Agostinho Neto, como era conhecido, foi o primeiro Presidente da República de Angola, após o fim do domínio colonial português, que se manteve em Angola por quase 500 anos.

Agostinho Neto liderou a luta pela Independência de Angola contra Portugal e governou o país entre 1975 e 1979 aquando da sua morte prematura em Moscovo, Capital da Antiga União Soviética.

Nascido no seio de uma família humilde, Agostinho Neto era filho de um pastor metodista, Agostinho Pedro Neto, que trabalhou durante muito tempo na missão metodista de Kaxicane no período colonial, sendo uma figura muito respeitada naquela comunidade. A sua mãe, Maria da Silva Neto, era parteira e professora de profissão, igualmente ligada à missão metodista.

Visto que os seus pais eram professores ligados à igreja, Agostinho Neto teve acesso à escola desde muito cedo, e depois foi estudar medicina em Portugal, onde teve contacto com vários estudantes das antigas colónias portuguesas de África. Com eles, Neto sentiu-se motivado a participar em acções revolucionárias anti-coloniais.

Agostinho Neto foi um poeta renomado que, ao lado de outros escritores angolanos e africanos da sua época, escreveu textos importantes que contribuíram para a mudança da consciência do Homem Africano. Foi um médico de profissão e político, ligado ao Movimento Popular de Libertação de Angola – MPLA, onde participou activamente na Luta de Libertação de Angola.

É uma figura incontornável da história de Angola, pela sua grande contribuição política, social e económica no país. A 11 de Novembro de 1975, Agostinho Neto usou a sua voz e a sua inteligência política, para proclamar ao Mundo e à África a Independência de Angola, como uma Nação Una e Indivisível, usando o tão conhecido slogan “De Cabinda ao Cunene, do Mar ao Leste, um só povo, uma só nação… Angola avante”.

Apesar do pouco tempo que teve na liderança política de Angola, Agostinho Neto participou de várias reformas sociais e económicas que Angola conheceu, após o fim do regime colonial e a construção da primeira República, sob a denominação “República Popular de Angola”, um regime que existiu em Angola até 1991, período em que se deu o fim do regime monopartidarista e a implementação do multipartidarismo.

Nos dias de hoje, Agostinho Neto é lembrado como “O Herói Nacional”, uma figura importantíssima no cenário político Angolano e Africano. Por sua vez, o 17 de Setembro é o dia do Herói Nacional.

Com o Neto no Coração, vamos reviver a nossa Angola e o respeito pelas nossas figuras históricas.

“ Bem-haja, António Agostinho Neto, pelo seu legado político, que visava sobretudo a construção de uma Angola para todos os Angolanos.”

Por: João Reis António

 

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